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10 séries ‘light’ e inspiradoras para raparigas

Com a estreia de Girlboss no Netflix no final da semana passada tornou-se imperativo para mim escrever este post e compilar as séries mais inspiradoras* (e light) para raparigas, pelo menos que eu tenha visto. Cada uma é inspiradora à sua maneira, quer seja por retratar de forma fiel a amizade feminina, quer seja por passar bons exemplos profissionais. Vejam as que escolhi.

Being Erica

O que eu adorava esta série! Tenho boas memórias das noites em que via Being Erica e Gossip Girl no apartamento que dividia com outras raparigas, antes de ir viver com o meu namorado. Na altura, estava no mestrado e a sonhar com uma carreira numa revista ou numa editora. Adorava a série, acima de tudo, porque era também o sonho da Erica. E ela conseguiu não só trabalhar numa editora, mas criar uma sua com a sua parceira, Julianne. Nada mais inspirador para uma amante de livros do que lê-los como profissão e ter o poder de escolher que livros merecem ir para o mercado.

A história da série assenta no facto da personagem principal – Erica Strange – sofrer episódios menos bons na sua vida devido a más decisões do passado. Como tal, começa a ir fazer terapia com um senhor enigmático que tem o hábito de mandar umas quantas citações eruditas/histórias em cada episódio e que, curiosamente, tem o poder de transportar Erica para o passado – o seu passado – de forma a poder corrigir aquilo que correu mal. Quem não gostaria de poder fazer o mesmo? Claro que, na maioria das vezes, iriam perceber que ao alterar o passado, muita coisa mudaria também no presente e, por vezes, não para melhor.

Younger


Esta foi uma série que comecei a ver sem grandes expectativas, não porque achasse que ia ser má, mas porque não sabia nem tinha ouvido praticamente nada sobre ela. Na altura comecei a vê-la porque queria ver uma série gira, jovem, fresca e leve, sem grande carga emocional.
Então, a série gira em torno de Lisa, uma mulher de 40 anos que, após anos como stay at home mom, decide voltar ao mercado de trabalho após se divorciar do seu marido de há vinte e tal anos, pai da sua filha já adulta. Após várias rejeições, Lisa decide que a única opção é começar tudo de novo; tudo sendo o seu percurso profissional, pelo que decide passar-se por uma jovem de 26 anos e é aceite num trabalho numa editora literária.
Os episódios giram em torno do trabalho da editora (que eu adoro!) e das dificuldades que Lisa tem em conciliar a sua vida de mãe de 40 anos e de jovem (falsa) de 26 anos em início de carreira.
Vejam, é muito interessante e divertida!

The Mindy Project

O que eu adoro esta mulher! “Conheci-a” no The Office como a hilariante Kelly Kapoor, mas estava longe de saber que a Mindy era também escritora de vários episódios da versão americana de The Office. Só após ter lido o primeiro livro dela – Is Everyone Hanging Out Without Me? – soube que ela tinha, de facto, começado como escritora de comédia. O segundo livro – Why Not Me? – já fala do The Mindy Project, da sua criação e do processo criativo. Mas vocês não querem saber disso, eu sei. Então vá, o The Mindy Project é uma série centrada em Mindy Lahiri, uma médica obstetra, meia destrambelhada e caótica na sua vida pessoal e amorosa. Cada episódio é como se fosse uma comédia romântica, mas super bem escrita e de morrer a rir. Se estão numa onde de séries pouco sérias e muito engraçadas, dêem uma oportunidade à Mindy! Para além de nos fazer rir, a série é um bom exemplo de como uma mulher pode ter uma profissão importante, ser incrivelmente inteligente e ainda assim ter uma personalidade descontraída e alegre, para além de ser vaidosa. Para mim, a Mindy Lahiri (e a Kaling) são um grande exemplo. 🙂

Posts que já escrevi sobre a Mindy:

Ugly Betty

Ugly Betty é uma história bonita sobre uma rapariga latina supostamente não muito bonita, mas cuja beleza interior é mais que evidente. Betty começa a trabalhar (ou estagiar) numa revista de moda chamada Mode (hey, rima com Vogue, porque será?) em que o mundo da moda é aquele estereotipado pela televisão e cinema, ou seja, onde as modelos não comem e onde há uma editora-chefe má como as cobras (onde é que já vi isto na minha vida real?)

Se quiserem ler a minha experiência como Betty Feia (ok, só na parte da editora má) na vida real leiam este post.

Unbreakable Kimmy Schmidt

Confesso que ainda só vi dois episódios desta série, por isso não posso dizer-vos se é espectacular ou não, mas posso dizer-vos que já me ri bastante durante os dois episódios que vi.
Em linhas gerais, a Kimmy é uma rapariga que durante muitos anos com outras mulheres viveu fechada num bunker (se não me engano) como parte de uma daquelas seitas que está sempre a profetizar o fim do mundo.
Um dia, ela e as outras são salvas por uma equipa de resgate e o salvamento é passado na televisão nacional.
Agora que tem a possibilidade de começar uma vida nova, Kimmy muda-se para Nova Iorque, começa a dividir casa e a dar os seus primeiros passos no mercado de trabalho pela primeira vez na sua vida.

Sex & the City

Mas há alguma mulher que nunca tenha viste Sex & the City alguma vez na vida? Nem estou a falar de todas as temporadas, mas no mínimo de alguns episódios. Alguém? Acusem-se, por favor, tenho tantas perguntas…
Quem nunca fez um quizz para saber se era uma Carrie, uma Samantha, uma Miranda ou uma Charlotte? A mim sempre me deu a Carrie, embora não fosse a minha favorita.
A verdade é que nunca me identifiquei muito com nenhuma (excepto com a Carrie no que diz respeito ao amor pela escrita), mas quando era adolescente via esta série e esperava que, no futuro, tivesse um grupo de amigas assim e que fossemos todas fashion e awesome. Bem, à nossa maneira até o somos, mas nunca com este esplendor, que isso é mais fantasioso, sejamos honestas. 😛
Ah, e quem nunca se assumiu team Aiden e team Big? Ah… memórias. Volta e meia volto a ver alguns episódios de Sex & The City quando apertam as saudades. A série pode ter acabado, mas com tantos episódios e dois filmes, há muito material para matar saudades e passar tardes revivalistas com as nossas amigas a ver os nossos episódios favoritos e a beber um bom Cosmopolitan.

The Carrie Diaries


A série The Carrie Diaries é a história da Carrie Bradshaw adolescente, vários anos antes de se tornar na Carrie Bradshaw que conhecemos e aprendemos a adorar em Sex & the City. Eu adorei esta série e fiquei super triste por ter sido cancelada após apenas duas temporadas. A história é simples: Carrie anda no liceu e quer ser jornalista. Com o seu charme e talento, consegue arranjar um estágio na Interview Magazine, em Manhattan. É aqui que Carrie conhece a city, mas permanece algum tempo ainda em Connecticut, a sua terra-natal enquanto termina o liceu. Apesar de ainda ser muito jovem, Carrie tenta ultrapassar a morte da mãe (que morreu três meses antes de começar o liceu), lidar com uma irmã mais nova rebelde, a paixão por Sebastian, os desafios da escola, o seu amor pela escrita e o seu estágio numa revista de moda em Manhattan. Não é fácil! Mas a melhor coisa desta série é, sem dúvida, o facto de se passar nos anos 80 e – consequentemente – haver música desta época (daquela que toda a gente conhece!) a acompanhar os episódios.

Good Girls Revolt

As más notícias primeiro: a série foi cancelada após a primeira temporada. Não sei se isto quer dizer que não é suficientemente boa ou se não teve audiência.
A boa notícia é que vê-se rápido! 😛

Ok, para além diss, parece ser interessante. Digo “parece” porque ainda só vi um episódio, mas vou ver mais e decidir se vale a pena. De qualquer modo, merece um lugar nesta lista porque tem tudo a ver com a temática.

A acção passa-se nos anos 70 e retrata as vidas das mulheres trabalhadoras de uma redacção de um jornal americano da altura. A série é baseada no livro Good Girls Revolt, de Lynn Povich, e inspirado em acontecimentos verídicos.
Se decidirem dar uma oportunidade a esta série, vão facilmente enfurecer-se com a forma como as mulheres, por vezes com melhores educações académicas e melhores profissionais que os seus colegas homens, eram relegadas para posições inferiores dentro da hierarquia do jornal. Ah, e pagam-lhes menos, claro. A certo ponto na série elas apercebem-se disto e – deduzo – deve ser aí que vem a parte do “good girls revolt”. Vou continuar a ver para descobrir.

Girls

Acho que qualquer rapariga que esteja a ler isto já ouviu falar da série Girls, da HBO. Pode ainda não ter visto, mas ouvir falar já ouviu quase de certeza.
Ora, não é fácil descrever esta série, uma vez que não segue uma história definida ou consistente. Basicamente, centra-se num grupo de amigas na casa dos 20: Hannah, Jessa, Marnie e Shoshanna (não estão nomeadas por ordem em relação à foto). As seis temporadas (a série terminou recentemente) retratam a passagem destas raparigas à vida adulta e a sua luta com as dores de crescimento. Eu adorei as primeiras duas temporadas, pois para mim aquelas personagens eram relatable, mas sinceramente acho que essa característica foi-se dissipando e, no final, já não me identificava nem um bocadinho com nenhuma. Porém, há muitas raparigas que adoram esta série! Quem sabe se vocês não estarão no grupo das raparigas que a adoram?

Se quiserem perceber um bocadinho o porquê de achar as personagens e a própria série tão relacionável nas primeiras temporadas leiam este post que escrever sobre as “4 lições que aprendi com a série Girls“.

Girlboss


Quando comecei a escrever este post ainda nem sabia que esta série iria existir. Estreou no Netflix no final da semana passada e é baseada na vida de Sophia Amoruso, a famosa Girlboss (título do seu livro/biografa) criadora da marca de roupa Nasty Gal. Já vi alguns episódios e estou a gostar bastante! Não é a série da minha vida, mas é leve, divertida e inspiradora no sentido em que vemos a luta de Sophia para descobrir o sentido da sua vida e aquilo que quer ser “quando for grande”. Vemo-la de emprego em emprego a sentir que não foi feita para trabalhar para outras pessoas, atrás de uma secretária, e vemo-la a dar os primeiros passos naquela que seria a sua carreira de futuro, dando origem à Nasty Gal como uma simples página do Ebay, onde revendia roupa vintage.
É, portanto, uma boa série para jovens empreendedoras, criativas e que pensam em ter o seu próprio negócio.

Quais são as vossas séries femininas e inspiradoras favoritas?

 

* não confundir séries inspiradoras para raparigas com “séries de gajas”; se fosse assim também estaria aqui Gossip Girl e essa não tem nada inspirador a não ser os outfits maravilhosos. Atenção, eu adorava a série, mas é um péssimo exemplo em termos de amizade feminina!

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13 Comments

  • Reply
    Ana Teles
    24/04/2017 at 3:07 PM

    Destas, para mim, elejo o Sexo e a Cidade, só. Não sou muito fã de séries light.
    Ana Teles recently posted…séries | Fringe (2008)My Profile

    • Reply
      joan of july
      25/04/2017 at 11:11 AM

      É uma boa série. 🙂

  • Reply
    Natália Rodrigues
    24/04/2017 at 6:49 PM

    Destas vi duas. E sim, o Sexo e a Cidade é uma delas :). Inspiradora e intemporal. Penso que todas temos, com as devidas adaptações, amigas que se parecem com uma das 4.
    bjs
    Nat
    Natália Rodrigues recently posted…Tarde em SintraMy Profile

    • Reply
      joan of july
      25/04/2017 at 11:10 AM

      Verdade Natália! E sim, tens razão em relação às amigas, especialmente com a salvaguarda “com as devidas adaptações”. Ahahaha adorei 😛

  • Reply
    beatriz trindade
    24/04/2017 at 10:42 PM

    Meu deus, quero ver todaaaas!!! Parecem-me ser todas espetaculares 🙂
    Eu vejo this is us porque tem uma história linda 🙂

    • Reply
      joan of july
      25/04/2017 at 11:06 AM

      Ainda não vi This is us! Mas não é exactamente uma história leve, pois não? Parece-me ser para chorar. Estou errada? 😛

  • Reply
    Ana
    25/04/2017 at 11:01 AM

    VIa Being Erica e adorava e recentemente estou a ver a Girlboss e também estou a gostar. Unbreakable Kimmy Schmidt nã gostei assim muito, vi primeira temporada, é leve sim, mas chateou-me.

    • Reply
      joan of july
      25/04/2017 at 11:04 AM

      Que saudades de Being Erica! Também estou a gostar de Girlboss e devo acabar a série esta semana. Adoro o exemplo da Sophia e de como ela começou e fundou a Nasty Gal, acho super inspirador!
      Ainda vou ver mais um episódio de Unbreakable Kimmy Schmidt para decidir se vejo até ao fim ou não. 😛

  • Reply
    The brunette's tofu
    25/04/2017 at 11:42 AM

    Quero muito começar a ver Girlboss 😀 beijinho

  • Reply
    Xana Nunes
    25/04/2017 at 12:21 PM

    Vi Younger, The Sex and the City e Carrie Diaries. Este género de séries é tão eu :p Acho que a Hart of Dixie também podia estar aqui, foi das que mais me marcou 😀

  • Reply
    Sónia Rodrigues Pinto
    25/04/2017 at 12:21 PM

    Tirando o “Sexo e a Cidade”, tenho vergonha de dizer que não vi mais nenhuma destas séries, e digo vergonha porque quero ver todas estas sugestões que deste! Adoro séries light, ajudam a descontrair e a rir, e às vezes no meio de tantas séries com drama e mais pesadas, sabe bem ver séries deste género.

    Vou pôr algumas na minha lista, a Girlboss foi das que mais me interessou 🙂
    Beijinhos!

  • Reply
    Salomé
    26/04/2017 at 12:41 AM

    Destas séries todas só não conhecia Good Girls Revolt, mas cheira-me que vou aventurar.
    Amei o comentário sobre Gossip Girl é tão verdade!
    Girlboss tenho de confessar que foi a minha ultima aventura e só durou um dia a ser devorada… apesar de ser leve dá vontade de investir em algo e fazer coisas, gostei bastante, mas também já tinha gostado do pouquinho que li do livro.
    Beijinhos

  • Reply
    Mariana Monteiro
    01/05/2017 at 4:08 PM

    Quero tanto ver todas! 😀
    A que me desperta mais curiosidade neste momento é a Girlboss porque sinto que a história pode ser realmente inspiradora para nós mulheres.

    Beijinhos*
    Mariana Monteiro recently posted…Arte, ilustração e urban sketching na revista GraphiteMy Profile

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