Descobri a fórmula: “Como saber se nos sentimos em casa numa cidade?”

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Por mais viagens que faça ou venha a fazer, sei que nunca outro lugar vai despertar em mim exactamente os mesmos sentimentos que a minha cidade (ainda) desperta.
Mantenho com a minha cidade-natal uma espécie de relação extra-conjugal. Foi o meu primeiro amor e esse nunca se esquece. Pode não ser o que escolhemos – por uma razão ou outra – para casar, mas teremos sempre um enorme espaço para ele no nosso coração.

O encantamento por ele nasceu

8 mentiras que digo a mim própria antes de um fim de semana no Porto

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Este post serve para me rir de mim mesma. Temos que saber rir de nós próprios, não é verdade? É saudável, segundo consta.
A razão que me leva a fazê-lo é simples: sempre que estou prestes a ir ao Porto para um fim de semana destinado a ver e estar com a família, amigos do Porto e rever a minha adorada cidade, faço – instintivamente – um monte de planos.
Um monte de planos que raramente cumpro.

Por acaso, quando passei lá as mini-férias de Agosto cumpri muita coisa, mas só porque tinha

Memórias de Verão no Porto: os mergulhos dos meninos da ponte D. Luís

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Diz-se que o Outono chegou esta semana, apesar de ainda não se fazer sentir. Às vezes, a mudança de estação dá-se primeiro em nós e, só depois, no ambiente. Acredito que sentimos a chegada do Outono quase ao mesmo tempo que as folhas que começam gradualmente a mudar de cor.
E com a chegada de uma estação mais fria, terminam certos rituais que se realizam tipicamente no verão.

É como caso dos “mergulhos dos meninos da ponte D. Luís”, como gosto de lhes chamar e que, este ano, testemunhei durante o meu passeio com a

Recantos do meu Porto: Parque de São Roque

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Não sei como e que é possível, mas só ouvi falar do Parque de São Roque recentemente. A minha rota de parques e jardins do Porto sempre incluiu locais como o Parque da Cidade, Serralves, Palácio de Cristal, entre outros, mas nunca o Parque de São Roque. Fui só eu a descobri-lo só agora?

Esta maravilha da cidade do Porto fica perto das Antas e era antes a Quinta da Lameira, adquirida à família Calem (sim, a das caves do Vinho do Porto) pela Câmara Municipal do Porto em 1979. Isto explica a existência de uma

Photoshoot: an afternoon in O’Porto

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A Catarina foi uma das primeiras pessoas a responder ao meu desafio fotográfico em que me propus fotografar pessoas que quisessem (até 15, no máximo) para treinar o que aprendera no curso de fotografia.
Tinha-a conhecido no Bloggers Camp que eu co-organizei e no qual ela participou com o seu blog, o A Girl in Mint Green. Simpatizei imediatamente com as duas meninas qe foram juntas do Porto a Sintra para o nosso evento (a Catarina e a Joana), primeiro por serem realmente muito simpáticas, depois por serem do Porto e de não ter como não gostar de fellow portuenses. Nada parcial, eu sei. 😉

A sessão de fotos da Catarina calhou no meu regresso ao Porto desde há – pelo menos – um mês e meio. Os últimos tempos foram tão

Found: a vegetarian book from 1916

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Há mistérios que só as casas antigas possuem e que guardam durante longos anos. Às vezes até durante séculos. É o que se passa com a casa da quinta da minha família, o Penedo, da qual já vos falei aqui.
Na semana passada, a minha tia descobriu por lá esquecido, atrás de um qualquer móvel que já não era arrastado há sei lá quantos anos, um exemplar de cozinha vegetariana de 1916! Ou seja,

Weekly writing challenges (are you coming?)

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É triste, mas nem me lembro da última vez em que escrevi por escrever. Por gostar, por querer. E antes fazia-o tantas vezes. Caramba, tenho vários cadernos cheios de histórias (ficcionais e não ficcionais)…

(Ou se calhar até me lembro, tendo em conta que não publico aqui há mais de um ano).

Mas a vida torna-se mais exigente e tira-nos tempo, paciência e obriga-nos a dar prioridade a tarefas que têm finalidades mais imediatas: responder a emails, fazer alguns trabalhinhos fora do trabalhinho normal, falar com o banco porque não-sei-o-quê, preparar artigos para o blog, tirar fotos a este produto ou àquele, etc.

Facilmente se perde a essência, mas também facilmente se recupera. Facilmente,

The weekend I said goodbye to my comfort zone

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Já lá vai algum tempo desde que deixei de fazer grandes planos para quando vou ao Porto. O que acaba quase sempre por acontecer é falhar todos os planos – ir aqui e ali, estar com esta e aquela amiga – em detrimento da minha zona e pessoas de conforto. Acabo por ficar mais por casa ou por perto de casa com a minha família e sítios de sempre.

É isto que acontece quando faço planos, por isso desta vez não os fiz. Parti de Lisboa na sexta-feira com uma ideia daquilo que gostava que fosse o meu fim de semana, mas não me comprometi com nada nem com ninguém quase até à última da hora. E foi o melhor que podia ter feito.

Às vezes os melhores momentos

I’ll be home for Christmas

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Que o Natal é uma altura mágica para mim, já toda a gente deve ter percebido por aqui. Mas o que torna esta época assim tão mágica é – tão simplesmente – o acto de voltar a casa especificamente para a passar com a minha família.

Vou estar de férias durante a próxima semana – yay! -, por isso também vou ter mais tempo para me dedicar