Amarelo Torrada, a melhor da Invicta

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A primeira impressão do Amarelo Torrada é a mais importante, como aliás são todas as que se baseiam numa promessa. “Aqui vai comer a melhor torrada da baixa”, diz a montra sem falsas modéstias. Assim, quando se visita este espaço pela primeira vez, torna-se difícil evitar pedir precisamente uma torrada. Uma premissa destas desperta uma curiosidade que apenas se sacia desta forma.

À redescoberta do Porto: Casa Aberta

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Há uns poucos dias escrevi no meu Facebook pessoal que sentia falta de conhecer sítios novos no Porto e pedi logo sugestões. Os meus amiguinhos facebookquianos foram uns queridos e responderam prontamente e rápido construí uma pequena lista de sítios a visitar em breve na minha cidade. Para quem chegou agora pela primeira vez ao blog, nasci e vivi no Porto full-time até 2005, ano em que me mudei para Lisboa para estudar. Apesar de tudo, vivi ainda muitos anos entre Porto e Lisboa, uma vez que a vida de estudante permitia essa flexibilidade.

A loja mais mágica do Porto / The most magical store in O’Porto

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Entrar na Porto de Magia é aceitar que nos vamos perder em memórias e regressar temporariamente à nossa infância ou, pelo menos, à infância que gostaríamos de ter tido. Não deve ter havido muita gente da minha geração a ter acesso a alguns brinquedos que se podem ver na Porto de Magia, mas aproveito para expressar aqui um profundo descontentamento por isso mesmo.

As you enter Porto de Magia you must accept that you will get lost in memories and be temporarily transported to your childhood or at least the childhood you wish you had. I believe there aren’t many people of my generation to have had access to some of the toys that can be seen in this lovely store, but I take this opportunity to express a deep discontent for that reason.

Friends, sushi & red wine

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Este foi um fim de semana passado no Porto, a minha linda cidade que visito a cada duas ou três semanas. Há já alguns anos que me habituei a quase não ter amigos lá; a quantidade de amigos meus que emigraram ou que vieram viver para Lisboa é realmente enorme. Claro que há excepções, mas poucas.