O Bastardo: restaurante ou galeria de arte?

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Não sei quanto a vocês, mas eu quando vou almoçar ou jantar fora, vou não só pela comodidade de não ter que fazer a comida em casa, mas também (e principalmente) para conhecer novos pratos e novos restaurantes. Em “conhecer novos restaurantes” refiro-me também à beleza dos espaços, que é algo que – para mim – ajuda a tornar uma experiência de restauração inesquecível.
Pelo título deste post (e pela cara da Ana na foto de destaque), já deu para perceber que O Bastardo cumpriu esta função na perfeição, certo? 😀

Aventura de trekking pelos trilhos da Beira Baixa

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No mês passado tive um fim de semana diferente do habitual e completamente dedicado a conhecer melhor a zona da Beira Baixa. Por vezes, é fácil esquecermos-nos de que Portugal, por pequenino que seja em tamanho, oferece-nos uma imensidão e variedade de paisagens naturais lindíssimas.

Temos planícies verdes banhadas pelo sol e onde prosperam oliveiras, temos vales verdejantes cortados a meio por rios, temos

Nice Way Sintra hostel: um hostel idílico no coração de Sintra

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Será possível que nunca antes tenha dedicado um post ao hostel que acolheu o Bloggers Camp no ano passado? Mencionei o Niceway Sintra Hostel várias vezes nos posts que escrevi sobre o Bloggers Camp, mas nunca aqui vos mostrei pormenores deste maravilhoso hostel, principalmente do quarto que partilhei com a Ana e a Cat durante o fim de semana do BC.

Lomografias digitais pelo Porto

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Se há coisa de que tenho vindo a aprender a gostar é do mau tempo e do Inverno. E ainda bem que assim é, caso contrário teria ficado muito decepcionada com a minha última visita ao Porto neste fim de semana passado (e feriado).
Mas não. O Porto nunca desilude e, qualquer que seja o estado do tempo ou o seu estado de espírito, recebe-me sempre, mas sempre de braços abertos.

Desta vez, para documentar os meus passeios, decidi que ia resistir à tentação de

Uma tarde à descoberta da Estufa Fria de Lisboa

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Quem em Lisboa nunca ouviu falar da Estufa Fria? É um dos locais mais visitados e turísticos da cidade, tenho a seu favor uma excelente localização – o Parque Eduardo VII – e metro muito perto. Porém, foi só no final do ano passado que a conheci. Foi no dia em que fui fotografar a Joana, cuja sessão era para ter sido lá, mas como a Joana vinha de longe e de comboio, chegou um bocadinho mais tarde e a estufa fechou. Felizmente, antes da Joana chegar, tive tempo para a conhecer bem e tirar umas fotos lá dentro. 🙂

Museu do Traje: a evolução do traje e dos Direitos Humanos

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Conheci o Museu do Traje muito recentemente (no mesmo dia em que fui ao Parque Botânico do Monteiro-Mor) e só me arrependo de não o ter feito mais cedo. Correndo o risco de me tornar repetitiva, continuo espantada com a quantidade de coisas que ainda não conheço em Lisboa apesar de já cá viver há dez anos.
Inicialmente, achava que o Museu do Traje não seria dos que teria mais interesse para mim, mas enganei-me. Na verdade, até me fez pensar muito sobre muita coisa. Já vos explico porquê. 🙂

À descoberta de Alcântara e da Tapada das Necessidades

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Sabes que uma cidade ainda tem muito para te oferecer quando ainda não paraste de a descobrir mesmo já tendo passado dez anos desde que te mudaste para lá. Falo, neste caso de Lisboa, mas o mesmo é válido para o Porto.
Mas voltando a Lisboa, a verdade é que só a comecei a sentir como casa há muito pouco tempo, mas a partir do momento em que a senti como tal pela primeira vez, a nossa relação só tem melhorado. Principalmente quando o sol espreita e há um fim de semana pelo meio.

Black January: os meus achados na Feira das Almas

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Este fim de semana foi muito preenchido por estes lados. Como esteve cá a minha mãe, houve muitos passeios pela cidade, muitos almoços e jantares fora, muitas fotos e, no meio disto tudo, uma ida à Feira das Almas. Este fim de semana, mais que nunca, a visita a esta feira era obrigatória, afinal todos os artigos estavam a menos de 20€, daí o “Black January” em referência ao Black Friday.
Não fiz muitas compras, mas as que fiz deixaram-me muito bem disposta e cheia de ideias!

Encontrei as meninas do Purple Pineapple Design (do qual já tinha falado aqui) e não resisti a comprar-lhes:

Descobri o meu novo paraíso em Lisboa no Parque do Monteiro-Mor

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Afinal Lisboa ainda me consegue surpreender. Estou perfeitamente consciente de que não conheço muita coisa na cidade, mas nunca pensei que o que eu não conheço fosse capaz de me surpreender tanto. Deixem-me contar-vos o que fiz ontem, por exemplo.
Ontem – domingo – tirei a tarde só para mim, para explorar lugares ainda desconhecidos (para mim) e tão perto de casa. Era uma vergonha morar no Lumiar e nunca ter ido ao Museu do Traje e ao Museu do Teatro, não acham? Ainda por cima ontem foi o primeiro domingo do mês aka. o domingo dos museus grátis, por isso não tinha desculpa nenhuma.

Saí de casa e fui a pé até ao Museu do Traje. Tinha visto na net que, para além da exposição, ainda dava para visitar o Parque Botânico do Monteiro-Mor, por isso nem pensei duas vezes.

Descobri a fórmula: “Como saber se nos sentimos em casa numa cidade?”

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Por mais viagens que faça ou venha a fazer, sei que nunca outro lugar vai despertar em mim exactamente os mesmos sentimentos que a minha cidade (ainda) desperta.
Mantenho com a minha cidade-natal uma espécie de relação extra-conjugal. Foi o meu primeiro amor e esse nunca se esquece. Pode não ser o que escolhemos – por uma razão ou outra – para casar, mas teremos sempre um enorme espaço para ele no nosso coração.

O encantamento por ele nasceu