Este ano o Natal chega mais cedo

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Não sou nada pessoa de respeitar os dias específicos que ninguém sabe quem ditou para, por exemplo, se fazer e desmontar a árvore de Natal.
Este fim de semana houve alguém que me informou de que o dia para se fazer a árvore de Natal é o dia 8 de Dezembro. Pfff…. Oh please.

O meu quarto- o que eu alugo num apartamento na Quinta das Conchas aqui em Lisboa-, é enooorme, com uma varanda interior e… sem colega de quarto desde que a última polaca se foi embora. 😉

Como agora só restamos três raparigas neste apartamento e o ambiente não é

Traumas de infância…ou assim pensava eu

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Vamos a mais um post “profundo”?

Eu sei, digo isto como se fossem frequentes, mas nem por isso.
O que também é raro acontecer é ter conversas sobre acontecimentos aleatórios, mas que, por alguma razão, me deixam a pensar em coisas sérias.
Por exemplo: hoje estive com dois amigos num café e a conversa foi parar aos eventos “traumáticos” da minha vida. Após a minha descrição dos mesmos, ambos chegaram à conclusão de que dificilmente seriam classificados de problemas ou “coisas más”. Em vez disso, chamaram-lhes “coisas normais da vida”, pois supostamente a vida é feita de altos e baixos.
Foi feito o seguinte gráfico- num guardanapo de papel- para representar a minha vida e aquilo que eu chamo de acontecimentos traumáticos:


Título: Gráfico explicativo do percurso de vida de Catarina Alves ‘de’ Sousa, e auxilar pedagógico para lhe leccionar o real sentido do conceito de Infância Difícil. Elaborado pelo Dr. João Moreira no dia 8/III/2011 @Café Já Lá Foste.

A partir disto comecei a pensar se fariam ou não sentido estes comentários, mas a verdade é que depende única e exclusivamente da opinião dos intervenientes.
Por um lado, sim, é bom as classificar como sendo “muito más” certas coisas que me aconteceram, por exemplo, no maléfico colégio de freiras em que andei, uma vez que poderá significar que a minha referência daquilo que é uma coisa verdadeiramente má não é assim tão mau. Okay, admito, há coisas bem piores e no geral até tenho tido bastante sorte na vida, mas nesta boa vida é claro que houve momentos menos bons, caso contrário seria anormal.

Um dia conto-vos as peripécias do colégio das freiras onde fui esbofeteada por uma- e simultaneamente- humilhada em frente a toda a gente do refeitório e as várias coisas que a minha ex-professora me fez para me humilhar em público (várias vezez). A verdade é que depois disso foi sempre a subir, ou seja, a minha vida melhorou muito depois de ter saído do colégio quando fui para o 5º ano numa escola pública.

To be continued…

On top of the World

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Hoje em dia realmente não dá exactamente para pensar a longo prazo, pois não? Nunca sabemos onde vamos estar amanhã; os empregos não são para sempre- como antigamente- e, se forem como eu, andam a saltar de plataforma em plataforma como num jogo do Super Mario.

Pois bem, depois do estágio na Bertrand, tenho agora outro trabalho.

Sim, é um post de Natal

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Cá estamos. A dois dias do Natal. Eu sei que é a véspera, mas para mim a véspera sempre foi tão senão mais importante que o dia de Natal. Eu tenho esse problema: achar a antecipação das coisas francamente melhor do que a coisa em si. Por exemplo, no caso dos feriados. Eu gosto é da véspera, porque sei que posso sair até tarde, ver filmes ou séries até tarde, etc… E, para além disso, posso ficar a dormir até não ter mais sono no dia seguinte. O próprio feriado já é diferente. Ok, não se trabalha, mas também já paira no ar a ameaça de um novo despertar cedíssimo e de um novo dia de trabalho.

Ora bem, de volta ao Natal.

Este ano ando mesmo criancinha no que toca à

Para mim ontem foi Natal

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Sei que tenho andado desaparecida, mas estou decidida a bloggar mais frequentemente.
As coisas têm mudado- para melhor- nos últimos tempos.
Primeiro, arranjei um estágio remunerado na sede da Bertrand, mais precisamente na direcção de internet, o que já por si é muito bom. Aliás, tenho tido feedback super positivos de entrevistas de emprego prévias e até recebi uma resposta muito animadora a uma candidatura espontânea que fiz há mais de um mês. Quando tiver mais novidades sobre este assunto, avisarei e quererei escrever sobre isso. 🙂

Mas então, o que é que isso tem a ver com o Natal?

Toxic Flatmates

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The Freshmen

Eu sei que não sou a blogger mais dedicada do mundo, mas sei reconhecer que sinto falta de blogar e que me faz sentir bem.

Portanto vou aproveitar para desabafar: na semana passada a flatmate de sempre deixou os headquarters. Deixem-me explicar: a única pessoa com quem partilhei apartamento, a única com quem tive problemas em toda a minha vida deu finalmente o fora.

Updates da vida #100000000000

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Ando tão stressada com o estágio- ou com a ainda não existência deste- que até tenho evitado falar da minha vida pessoal. Enfim. Há coisas que não podem, ou não devem, ser ditas publicamente. É arriscado.
Só sei que estou sozinha na demanda por um estágio numa revista. É o que quero fazer; não quero tv, nem rádio, nem jornal; quero revistas. Pronto.
Entretanto