Escrita #2: Dores de crescimento

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Ainda não sei se vou fazer disto um hábito, “isto” referindo-me à partilha dos textos que escrevo para o Escritadoria aqui no blog, mas por enquanto e enquanto me sentir bem ao fazê-lo, assim continuarei. 🙂
Quem segue a página de Facebook do Escritadoria já viu, mas para o restantes, o tema desta semana é…. dun dun dun DUNNNN: Medos.

Shall we? 🙂

Escrita #1: O poeta lá do bairro

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Na semana passada falei-vos dos encontros da escrita em que irei participar à distância, uma vez que tem lugar no Porto. Em resumo, todas as semanas há um tema diferente a ser explorada pelo autor da forma que lhe aprouver.
O tema desta semana consistia em explorar um traço de personalidade do autor, algo que lhe é característico. Encarei isto como uma forma de apresentação e aproveitei precisamente um “defeito” meu que resulta constantemente em histórias engraçadas. Esta passou-se há pouco mais de 11 anos e é uma das mais conhecidas no meu círculo de amigos. Espero que gostem (quem tiver paciência para ler :P).

Weekly writing challenges (are you coming?)

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É triste, mas nem me lembro da última vez em que escrevi por escrever. Por gostar, por querer. E antes fazia-o tantas vezes. Caramba, tenho vários cadernos cheios de histórias (ficcionais e não ficcionais)…

(Ou se calhar até me lembro, tendo em conta que não publico aqui há mais de um ano).

Mas a vida torna-se mais exigente e tira-nos tempo, paciência e obriga-nos a dar prioridade a tarefas que têm finalidades mais imediatas: responder a emails, fazer alguns trabalhinhos fora do trabalhinho normal, falar com o banco porque não-sei-o-quê, preparar artigos para o blog, tirar fotos a este produto ou àquele, etc.

Facilmente se perde a essência, mas também facilmente se recupera. Facilmente,

1 de Junho de 2015: Dia Mundial da Criança e o ressuscitar de um sonho antigo

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1 de Junho é um dia inesquecível. Por mais anos que passem, nunca me esquecerei de que é o Dia Mundial da Criança. Ou melhor, a minha criança interior nunca me deixa esquecer.
E este ano não é diferente neste aspecto, mas a verdade é que a recordação do Dia Mundial da Criança trouxe também à memória um sonho antigo.

Há muito tempo atrás (ok, em 2012), fiz um workshop sobre

Nyx: O fim da fé e a aparição de Thanatos

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Felizmente que já passara muito tempo desde que Nyx abandonara o catolicismo doentio com o qual fora educada. Ao atingir a idade que lhe dava o direito de deixar para trás aquelas paredes cinzentas de opressão, viu-se envolvida numa situação que lhe valeu a perda da fé.

O deus que outrora venerara recusou-se a poupar a vida de um pobre rapazito que Nyx lhe implorara para

Nyx: a morte do ídolo

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[…] Sangue. Morte. Tragédia. A bela tragédia que só na morte se pode viver. Assim, aquele homem viver a sua mais bela tragédia. Agora que pensava nisso, tudo aquilo já não lhe parecia assim tão triste: tratava-se de uma tragédia romântica, a morte mais nobre que se pode ter. a morte dos que ousam reger os seus próprios destinos, retirando-os das mãos de deuses imaginários. Poder. O verdadeiro poder que, descobrira recentemente, recaía sobre a capacidade de decidir como, quando e onde morrer, “a morte voluntária contribuía para