Arthur’s Seat (revisitado) e a próxima viagem

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Duas coisas fizeram com que fosse buscar estas fotos ao baú: a primeira é, claro, a procura de fotos para começar a encher as paredes da casa nova. A segunda tem a ver com o planeamento da próxima viagem, que já está marcada para Novembro.
Recentemente comecei a reparar mais em mim nas minhas fotos de viagens passadas. Acho-me sempre diferente (para melhor) nessas fotos, mas só consigo pensar que a diferença não é necessariamente física, embora se traduza no olhar.

Arriving in Inverness, capital of the Scottish Highlands

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O dia em que trocámos Edimburgo por Inverness trouxe alguns mixed feelings. Por um lado, estava pronta e entusiasmada para conhecer finalmente os sítios com que sonhava desde criança (todos localizados nas Highlands), mas por outro estava profundamente triste por deixar Edimburgo para trás.

Mas a viagem tinha que continuar e a magia das Highlands aguardava. Tinha que descobrir se a imagem que tinha das Highlands correspondia à realidade ou se tinham sido gravemente exageradas por todos os filmes que tinha visto e pelos livros que tinha lido.

E então seguiu-se uma viagem de cerca de três horas por camioneta que nos fez passar por cenários incríveis que nunca na vida irei esquecer.
Era dia 2 de Maio, plena Primavera, mas aquelas terras permaneciam de pedra e cal no

Greyfiars Kirkyard Stories and Harry Potter History in Edinburgh

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Se leram o meu último post sobre a viagem à Escócia, sabem que era a publicação de um post exclusivamente sobre o Greyfiars Kirkyard era inevitável. E eu bem vos avisei que o próximo relato da Escócia seria um pouco creepy, não avisei?
Mas não se assustem e fiquem por aqui, vão ver que vai valer a pena. 😉

Antes de mais, falo-vos um pouco acerca do Greyfiars Kirkyard, mas sem me alongar muito que isto aqui também não é nenhuma página da Wikipedia, local esse onde podem ler muito mais acerca deste cemitério de Edimburgo.
Só para vos localizar temporalmente, saliento apenas que o terreno onde se situa o Greyfiars foi decretado como terreno de sepulcro pela

9 amazing things to do and see in Edinburgh in just 48 hours

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Sinto que estou a demorar eternidades a contar-vos tudo o que quero contar sobre a minha viagem à Escócia que, para quem ainda não sabe, era o país que mais queria visitar e que estava no topo da minha bucket list. Sim, a sério.

E depois de começar o meu relato de Edimburgo (a primeira paragem da viagem) pelo Arthur’s Seat neste post, Vou voltar um bocadinho atrás e começar do início porque, afinal, o Arthur’s Seat foi apenas uma parte dos dois dias que passei na capital Escocesa.

Cheguei numa quinta-feira a Edimburgo e parti para Inverness no sábado de manhã, portanto… o que é que vi e fiz em tão pouco tempo em Edimburgo?

Epifanias a caminho do Arthur’s Seat, Edimburgo

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Este primeiro post sobre a minha viagem à Escócia custou a sair(-me) e creio que os seguintes irão custar da mesma forma. Porque quanto mais rápido os “despachar”, mais rapidamente deixarei de ter uma “desculpa” para prolongar na minha mente os dias mágicos que passei num dos países que mais queria visitar em todo o Mundo (e desde sempre).

Mas adiante.
Decidi falar-vos de um dos dias mais inspirados da viagem, em vez de começar exactamente pelo início.
Claro que agora me lembrei da célebre frase do Jean-Luc Godard: “A story should have a beginning, a middle and an end, but not necessarily in that order.”

E é precisamente isto que vai acontecer aqui, porque por vezes a ordem cronológica dos eventos não é a que mais sentido faz para nós.

Por isso, começo a relatar-vos a minha viagem por uma parte do segundo dia, mas que foi o primeiro dia completo em Edimburgo.