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The Hobbit: An Unexpected Journey- pseudo review

Então é assim: hoje é Natal e eu vou fazer um post não-natalício. Tem que ser. Antes de poder explorar com mais profundidade os meus sentimentos por esta quadra, vou ter que me “livrar” de outros sentimentos para poder prosseguir.
Tenho estado no Porto desde a passada terça-feira. O meu namorado passou cá uns dias e fizemos imensas coisas giras, incluindo… ver O HOBBIT!!
Esperei tanto por este filme… Nunca pensei que 11 anos depois (foram 11?), o Sr. Peter Jackson conseguisse fazer-me sentir da mesma forma que há tanto tempo atrás.
Sabem, sempre tive uma enorme propensão a perder-me em mundos de fantasia sem ponta de realidade. Não sei se tenho guts para vos contar as cenas infantis que ainda faço mentalmente, mas confesso que ainda acontecem. E adoro. No dia em que me deixar disso espontaneamente, será o dia da morte da minha criatividade/infantilidade saudável.
Estou habituada desde há mais de uma década a ter um filme épico a estrear na altura do Natal. Vivi a loucura do Harry Potter intensamente, a dos Senhor dos Aneis igualmente com a mesma intensidade e agora tenho o Hobbit para me deliciar. O Peter Jackson dividiu o livro The Hobbit em três partes e este foi apenas o primeiro de três filmes.
Vejam o trailer se ainda não o viram:
Como acontece sempre que adoro um filme, fico curiosa em relação às reviews e então ponho-me a ler. Curiosamente (para mim), O Hobbit teve bastantes críticas negativas (apesar de ter uma pontuação de mais de 8 no Imdb).
Well Mr. Foster, allow me to disagree. 
Este novo filme do universo Lord of The Rings conta uma história cujos eventos se passaram ANTES dos filmes da famosa trilogia e é uma narrativa bem mais simples, um livro pequeno, quase uma história infantil. O que Peter Jackson fez com ele foi quase magia. Mas eu entendo. Há muita gente- principalmente a que se julga crítica de cinema- a quem os detalhes e a subtileza de uma história escapa de uma forma chocante.
Houve muitos que gostaram e conseguiram apreciar os três filmes da saga Lord of The Rings apesar de não terem uma predileção natural por este tipo de histórias e universos fantásticos, pois a qualidade da narrativa, os cenários e o cast cativam qualquer um. Com O Hobbit essa tarefa não será tão fácil. Se não são naturalmente fãs do “fantástico”, é provável que não lhe achem grande piada. Mas para pessoas como eu, é uma obra-prima e um filme há muito esperado.
There you go. 🙂
Ah, e fiquei super fã de anões. Nunca lhes prestei muita atenção enquanto raça (da Terra Média), mas damn, they’re tiny badasses!
Apaixonei-me por esta musiquinha que os anões cantam no filme, Misty Mountains.
P.S.- 1º livro a ler em 2013: The Hobbit. (Sem nunca abandonar a saga do Game of Thrones, claro).

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