Uma semana com a Skadi

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Faz hoje uma semana que a Skadi veio cá para casa. Esperei uma semana para anunciar a nova adição à família publicamente, mesmo tendo uma vontade enorme de vos mostrar esta coisinha fofa praticamente durante todos os dias da semana. Sou daquelas pessoas que sente que a felicidade deve ser partilhada e que quando ama gosta de o anunciar aos quatro ventos, por isso foi um bocadinho desafiante.

Mas a verdade é que me soube bem. Soube-me bem guardar estes primeiros momentos só para nós (mostrei fotos dela às pessoas mais próximas em privado e a Skadi até já conheceu algumas tias durante esta primeira semana).

Quem é a Skadi?

A Skadi é uma bebé British Shorthair que nasceu em Leiria. Uma de três filhas do Tommy e da Nina (ambos British Shorthair também), nasceu no dia 8 de Janeiro de 2018 (faz 2 meses no Dia da Mulher!).

Fomos buscá-la por volta das 8:30 da manhã no domingo passado. A foto abaixo foi a primeira foto que tirei à Skadi quando íamos no carro a caminho de Lisboa. Ela odiou estar na transportadora, por isso decidi tirá-la de lá para ver se ela preferia ir ao colo e se não começava a inventar e a tentar meter-se debaixo dos assentos do carro. Mas não. Foi sossegadinha ao meu colo, parou de miar tanto e adormeceu várias vezes. Nisso somos parecidas, que eu também me farto de adormecer em viagens de carro, com excepção desta, em que passei o tempo todo a olhar para ela completamente encantada.

Quando contactei o dono dos pais da Skadi a perguntar se ainda tinha algum bebé, ele rapidamente me informou de que já tinham donos. Decidi não pensar mais nisso e depois de vários outros contactos falhados (até com Associações), pensei em suspender a procura por um gatinho durante algum tempo, pelo menos até nos “calhar” um posto no nosso caminho quase como que por magia ou por acção do destino.

Então, um dia, recebi uma mensagem. Era o criador de Leiria a perguntar se ainda estava interessada porque alguém, afinal, não podia ficar com dois dos bebés.

Falei com o Pedro e dissemos que sim.

Durante uma semana ele foi-nos enviado fotos e vídeos e nós derretíamos à distância. Como não? Quem resiste a gatinhos bebés? 😀

Não era para ser fêmea…

Só soubemos que as três gatinhas do criador de Leiria eram fêmeas na noite anterior a irmos lá buscar a Skadi. Foi uma surpresa. Ele tinha-as levado ao veterinário para levarem as vacinas e serem desparasitadas e como ainda são pequeninas era-lhe difícil perceber o sexo. Lá, a veterinária confirmou que eram todas fêmeas e ele enviou-me mensagem a informar e a dizer que se eu, afinal, não quisesse ficar com uma, que não tinha mal.

Fui falar com o Pedro sobre isto e ele anunciou prontamente que não havia problema nenhum e que não podíamos ficar com medo de ter uma fêmea por causa do que aconteceu à Zelda. Touché.
Confesso que fiquei traumatizada por ter descoberto que a Zelda tinha cancro na mama em Novembro do ano passado (podem ler a história aqui) e por ter morrido – provavelmente – na sequência desse cancro que é provavel que se tenha espalhado mesmo estando nós a fazer quimioterapia…

Enfim. Mas ele tinha razão. Lá porque a Zelda teve cancro da mama, não quer dizer que todas as fêmeas venham a ter. E nós tínhamos muito amor para dar a um novo gatinho, fosse ele macho ou fêmea.

… nem era para ser de raça

Tenho perfeita consciência de que vou ser julgada por isso, mas não me importo. Estou feliz com a Skadi tal como estaria com qualquer outro gatinho. Adoro todos os gatos e não a escolhemos por ser mais bonita que qualquer outro, acreditem. O facto de termos optado por um gato de raça não teve nada a ver com questões estéticas (embora achemos a raça British Shorthair lindíssima), mas sim por questões de saúde.

Claro que nestas coisas podem haver surpresas, imprevistos, azares e nada é garantido, mas depois do que aconteceu à Zelda, a dor e o trauma foram tais que concordámos em arranjar um gatinho cujo historial familiar pudemos conhecer. Nunca soubemos de onde veio a Zelda, quem eram os pais dela e que doenças hereditárias tinham. Só soubemos que ela tinha propensão a desenvolver cancros depois de descobrirmos o primeiro…

Arranjarmos um gatinho de raça foi uma resposta a uma situação traumática, tenho perfeita noção disso, mas sabem que mais? Não vamos tratá-la de forma diferente de nenhum outro gato; sempre tratámos os nossos gatinhos (o Loki e a Zelda) com tudo do bom e do melhor, sejam comidas “xpto”, encomendadas tendo em conta as características específicas deles, areias que eles preferem, atenção máxima à higiene deles e das caixinhas, cuidados veterinátios top sem olhar a custos e, acima de tudo, amor incondicional e mimos sem fim.

É isto que espera a Skadi para o resto da vida dela, tal como teria qualquer outro gato, de raça, da rua ou de uma associação.

(O Loki, lindo que só ele, a aperceber-se de que agora é o irmão mais velho no dia em que a Skadi veio para casa)

Mas queríamos muito um gato bebé

Acreditem: procurei muito na internet por um gato bebé para adoptar e não comprar. Associações, sites de adopções, OLX, grupos do Facebook… Encontrei uma senhora cuja gata tinha tido bebés e mantive o contacto com ela. Infelizmente, os três gatinhos morreram um dia antes de trazermos a Skadi para casa. Por mais triste que tenham sido as circunstâncias, o destino apontava para ela e somente para ela.

Também contactei muitas associações, aliás, elas foram a minha primeira opção. Infelizmente não tinha gatinhos bebés. Mostraram-me muitos gatos adultos, fiquei com o coração nas mãos muitas vezes por eles, mas no final tivemos que tomar a melhor decisão não para nós, mas para o Loki.

Quando a Zelda já estava muito mal e internada, eu fartei-me de dizer que não queria outro gato, muito menos bebé. Ao ver como o Loki ficou triste e carente depois dela partir, concordei que devíamos arranjar-lhe uma companhia, pois ele nunca tinha estado sozinho. Aos poucos lá cheguei à conclusão que, ao ter um novo gato, tinha mesmo que ser bebé.

Porquê? Porque o Loki é um gato grandalhão, mas também é um bebezão e não é minimamente agressivo nem territorial; ou seja, se adoptassemos um gato já grandinho, o mais provável é que a personalidade dele se sobrepusesse à do Loki e ele fosse ficar infeliz na mesma. Nós, sendo como somos, seríamos incapazes de devolver um gato a uma associação, como sabemos que – infelizmente – muita gente faz, então iríamos viver os quatro cá em casa num sistema disfuncional e infeliz…

Não estou a dizer que isto aconteceria com qualquer gato adulto que decidíssimos trazer cá para casa, mas a probabilidade era bem maior do que com um gato bebé, ainda por cima o Loki já tinha tido contacto com outro bebé e pudemos ver o quão amoroso e delicado ele foi com ele.

Nestas coisas só podemos ouvir o nosso instinto

Ouvimos muitas vezes que devíamos adoptar e, se possível, um gato adulto. Num mundo ideal seria essa a nossa opção, mas como em tudo na vida temos que pesar os pros e os contras de tudo. As probabilidades do Loki se adaptar bem a um gato adulto era mais escassas e, depois de nós os três termos perdido a Zelda, queríamos que ele voltasse a ser feliz, porque ele adora companhia felina e nunca conheceu outra realidade. Ele andava triste, com défice de atenção por ficar sozinho o dia todo quando estávamos no trabalho e andava a miar muito. Parecia que lhe faltava verdadeiramente alguma coisa. Tentámos compensar com ainda mais miminhos, mas só funcionava quando estávamos em casa, à noite.

A prioridade era fazê-lo feliz, pelo que optámos por um gato bebé e de uma raça pelo simples motivo de conhecermos o historial da família da Skadi. Para além disso, os British Shorthair, quando crescem, são conhecidos por terem personalidades dóceis e compatíveis com outros animais e pessoais, pelo que tendo que escolher uma raça, esta fez-nos todo o sentido. Pareceu-nos que seria o match ideal para o Loki.

Como escolhemos a Skadi?

Fácil: era três meninas, ela foi a primeira e única que veio ter connosco de livre vontade, como se nos quisesse conhecer! Foi amorosa e conquistou-nos à primeira vista!

Skadi? Que nome é esse?

Ui… o tópico do nome deu que falar cá em casa! Quando achávamos que íamos ter um gatinho bebé macho, a lista de nomes possíveis não era muito extensa. Eu gostava de Oliver, de Ozzy, Odin e Bowie. Ele… bem… queria à força toda que o gato se chamasse Nico Panchito. Do que ela se safou por ser fêmea…

De uma forma geral concordávamos que gostávamos de ter mais um gato com um nome inspirado na mitologia nórdica. Depois de alguma pesquisa, a escolha tornou-se mais fácil… Skadi. Ainda por cima os nomes dos nossos dois gatinhos juntos ficam bem: Loki & Skadi. <3

A giantess, called the ‘snow-shoe goddess’, and the embodiment of winter.

fonte

“Filha do jötunn Tiazi, Skadi é a deusa do inverno, caça e montanhas. A lenda diz que após a morte de seu pai, que fora assassinado graças a mais uma peripécia de Loki, Skadi decide vingar-se dos Aesir chamando-os para um combate, que logo fora recusado por não serem capazes de atacar uma jovem mulher. Decidem então, dar um de seus homens para casar-se com a jovem jötunn como forma de selar um acordo de paz.

Sob a condição de que sua escolha deveria ser aleatória, os pretendentes tiveram seus corpos cobertos ficando apenas com seus pés de fora. Skadi escolhe então os pés que mais lhe agradam erradamente pensando ser os de Balder, na verdade eram de Njörd, o deus Vanir dos Mares. A união entre os dois não durou, pois Skadi como uma deusa das montanhas, não conseguiu adaptar-se à vida nas costas oceânicas, assim como Njörd não conseguiu se adaptar às montanhas. Com a constante mudança de lares, foram criadas as estações do ano. Do casamento de Skadi e Njörd nasceram Freya e Frey.”

fonte

E é isto que tenho para partilhar com vocês hoje. Estão feitas as introduções à Skadi, a nossa pequena deusa do inverno e das montanhas. O pelinho cinzento alude imenso ao Inverno, não acham? 😀

P.S.- Coincidentemente, hoje faz precisamente um mês que perdemos a Zelda… 🙁

19 Comments

  1. BeatrizCM says:

    Ainda hoje escrevi sobre isto de se adoptarem animais de raça através de criadores. Lá está: desde que saibam que os criadores tomam bem conta dos animais e que vos permitem acesso a informações e certezas necessárias, não vejo por que não tentar a sorte sem ser através de associações e animais abandonados. As vossas razões são mais do que válidas e colocaram sempre na balança todos os factores justos. Muitas felicidades!

    1. Catarina Alves de Sousa says:

      Olá Beatriz,

      Obrigada pelo teu comentário. Eu nunca na vida achei que fosse recorrer a um criador. Se me tivessem contado há um ano que um dia iria fazê-lo teria respondido “nunca na vida”. Obrigada por compreenderes as minhas razões e não julgares. 🙂
      Um beijinho grande*

    1. Catarina Alves de Sousa says:

      É mesmo irresistível a baby Skadi, não é? XD
      eheheh obrigada, querida Vera. :*

  2. Cláudia Lisboa says:

    é possivel indicar qual foi o criador onde foste buscar a Skadi, sempre quis ter um British Shorthair. Felicidades para essa pequenota!

    1. Catarina Alves de Sousa says:

      Olá Cláudia,

      Envia-me um email para hello@joanofjuly.com para te enviar o contacto, sim? 🙂
      Obrigada. :*

  3. Catarina says:

    Que coisa mais boa e fofinha 🙂
    Fico muito feliz por vocês, pelo Loki e pela Skadi (adoro o nome!), parece que vai existir muito carinho e brincadeiras em casa nos próximos tempos 🙂
    Beijinhos!

    http://marquesadecaraba.blogspot.pt/

    1. Catarina Alves de Sousa says:

      Muito obrigada! Estamos os três encantados com ela. 😀
      Tens toda a razão: carinho e brincadeiras nunca vão faltar lá em casa! Ehehehe
      beijinhos

    1. Catarina Alves de Sousa says:

      É uma alegria enorme, sem dúvida nenhuma.
      Obrigada! :D*

  4. Blogue Ela e Ele, Ele e Ela says:

    Afinal em conversa, descobrimos que não são irmãos, a Skadi e o nosso Klaus. Mas com toda a certeza que devem ser da mesma família. Será ela sobrinha? Na ninhada do nosso Klaus havia uma Nina…
    De qualquer forma, são gatos lindos, lindos! Sejam muito felizes!

  5. Inês says:

    Não concordo com arranjar um gato de raça. Percebo as razões mas existem tantos gatos abandonados que simplesmente não me faz qualquer sentido. Além disso, a questão de saúde funciona precisamente ao contrário, os animais de raça têm mais predisposição para desenvolver doenças enquanto os rafeiros são mais resistentes, no geral. É claro que, no fim, ter um animal com saúde acaba por ser uma questão de sorte (ou azar). Os animais adoecem, com cancro ou outros, assim como as pessoas. Muitas vezes, sem aviso, nem nada que o indicasse ou então vivem 15 ou até 20 anos sem qualquer problema.
    Vou repetir que não quero julgar mas também não quero que ter um animal de raça seja associado a ter um animal saudável, porque isso não é verdade.

    1. Catarina Alves de Sousa says:

      Olá Inês.

      Não é uma questão de concordares ou, pelo menos, que essa afirmação seja aplicada ao teu caso específico. Eu não peço nem preciso de aprovação para tomar as minhas decisões, como deves imaginar. Eu sempre adoptei gatos, nunca na vida pensei em comprar um animal antes da Skadi, mas pelos vistos também não leste o meu texto, por isso não deves ter interesse na história.
      De qualquer modo, eu nunca disse que ter um gato de raça era ter um gato mais saudável; tudo o que eu disse foi que, neste caso, pude conhecer os pais da Skadi e os seus historiais médicos, pelo que em termos de doenças hereditárias estou mais descansada. Claro que isso não invalida que ela venha a desenvolver outras na vida dela… Espero que não, como é óbvio, mas esse é o resumo daquilo que eu disse no texto. Por outro lado, também é bastante ignorante afirmares que gatos sem raça são saudáveis e gatos de raça não. Que generalização mais sem nexo… nem tenho palavras.
      Quanto ao meu texto, tenho pena que não o conseguido sabido interpretar e que tenhas utilizado a minha plataforma para vires deixar um comentário negativo sem te teres dado ao trabalho de ler a minha história e compreender a dor daquilo que passei desde que a minha outra gata adoeceu. Se não lês o que aqui é escrito, peço que não comentes de todo.

      1. Inês says:

        Catarina, peço desculpa se ficaste ofendida pelo meu comentário porque não era essa, de todo, a minha intenção. Eu li o texto e percebo o motivo que te levou a arranjar um gato de raça. O que quis dizer foi que os animais de raça têm um pool genético menor do que os rafeiros, porque só podem ser cruzados dentro da raça, o que leva a que tenham propensão genética para certas doenças, características de cada raça. Os rafeiros, como resultam do cruzamento de várias raças, ficam com o melhor das mesmas e são, no geral, mais resistentes a doenças. É claro que há sempre o fator de sorte e azar e reconheço que sim, conhecer o historial dos pais pode ter algum valor, mas que é sempre muito limitado. Até porque, quando há problemas de saúde nos pais, os criadores nunca os vão revelar. Era só isso.

        1. Catarina Alves de Sousa says:

          Eu também entendo o teu argumento, Inês, mas simplesmente não é verdade que os gatos rafeiros são, de modo geral, mais saudáveis do que gatos de raças “puras”, ou seja, de raças que não resultam de cruzamentos entre outras. Há gatos de raças cruzadas que, tal como os cães, já vêm com certos problemas de saúde ou, pelo menos, maior propensão para tal. Por outro lado, há raças muito antigas e naturais (não cruzadas nem manipuladas) que beneficiam das mesmas características de saúde do que qualquer outro gato “rafeiro”. Acredita, estudei muito sobre este tópico e li muitos artigos de inúmeras fontes.
          O problema dos gatos de rua é que nunca sabemos de onde vieram e que doenças genéticas e hereditárias poderão trazer, mas isso não quer dizer nada! Como te disse, sempre adoptei gatos sem raça e de rua. As duas gatas que arranjei à minha mãe eram, na verdade, do campo, mas “vadias”. O meu outro gato veio de uma associação de animais e a Zelda, a minha gatinha que faleceu, veio directamente da rua.
          Tive ainda outro gato, o meu primeiro, que faleceu com 5 anos e tinha sido adoptado também. Nunca ultrapassei bem o facto de nunca termos descoberto a causa da morte dele. É outro trauma que eu tenho, tal como o da morte da Zelda.

          Quanto ao facto de achares que os criadores não revelam quando os gatos já vêem doentes, enganas-te redondamente. Vi criadores a darem gatos de raça porque tinham certos problemas; vi até gatos de raça com FIV ou Felv e cujos criadores admitiam logo nos anúncios. Tudo depende se são pessoas sérias ou não, mas de qualquer modo mesmo que mentissem seria algo que se descobriria nas primeiras idas ao veterinário e nas primeiras análises.
          Mas mesmo partindo do princípio que mentiam, não lhes compensaria mentir se mais tarde fossem descobertos… os criadores possuem uma licença (não sei como se chama) que os capacita e permite fazer criação. Se alguém os denunciar, podem perder a licença. Como vês, não lhes compensa.

  6. RITA says:

    Acho sempre melhro adoptar animais do que comprar e, de facto, um gato adulto poderia ser uma boa opção mas se isso poderia estragar a relação com o Loki, acho que a boa opção só poderia ser adoptar um gatinho bebê – e esta é uma fofa!
    PS – eu sou uma pessoa de cães mas vejo tanta gente a ter gatos fofinhos e a falar bem deles que quase me sinto tentada a querer ter um, quando tiver a minha casa 😛

    1. Catarina Alves de Sousa says:

      Se fosse para ser “gato único” podiam bem ser um gato adulto, mas tendo um Loki, achámos melhor não. Conhecemos bem o nosso gato. Para nós, foi mesmo a melhor decisão. 😀
      Experimenta ficar a tomar conta de um gato de algum amigo durante um fim de semana e logo vês se te darias bem com um gato ou não. Claro que os nossos gatos serão sempre os nossos gatos, mas podia ser uma experiência interessante! 🙂

  7. Helena dos Santos Pereira says:

    A Skadi é tão bonita e fofa, meu Deus!
    E acho que fizeste bem em seguir este caminho, pois, ao fim e ao cabo, o mais importante é optar por algo que se enquadre connosco e que faça sentido para todos. Se esta foi a melhor opção para vocês e também para o Loki, então fizeram bem em adoptar a Skadi.
    Eu tenho 3 gatos e todos eles são filhos de uma gata vadia que apareceu pelo jardim. Mas tenho 2 cães e ambos foram comprados a criadores, pois já tivemos uma experiência muito má com a adopção de um cão por uma associação: disseram que ele tinha ano e meio, mas afinal já tinha quase 9, vinha muito mal tratado e acabou por não durar tantos anos quanto pensávamos. O meu pai agora não facilita.

    Lena’s Petals xx

  8. 1 mês de Skadi e a integração com o Loki says:

    […] explicar-vos porquê e como é que fizemos desta vez para integrar o novo gatinho – a Skadi (conheçam a história dela neste post) – com o gato residente, o nosso […]

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