How to lose friends & alienate people- Parte I

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Já há algum tempo que ando com imensa vontade de fazer dois posts; um por cada problema do campo da amizade que detectei na minha vida.
O problema não sou eu, são eles. A sério!

Passo a explicar.

Sabem aquelas pessoas que estão numa relação há tanto tempo que parecem casadíssimas há quarenta anos?
Ou então, por outro lado, aquelas que estão a começar uma nova relação e que não têm- ou não querem ter- tempo para os amigos?

Não sejam dessas. Como é que sabem que são dessas? O primeiro sinal de alarme é quando começam a rejeitar a torto e a direito qualquer convite para estar com os amigos só para poderem estar com a cara-metade. Segundo sinal de alarme é quando aceitam alguns desses convites, mas levam o namorado para TODO o lado, mesmo quando se vão encontrar com um grupo de raparigas. Não há nada mais irritante do que estas duas situações.

Apesar de estar numa relação há já bastante tempo, tenho o orgulho de ser uma pessoa independente, que não precisa da ajuda ou da companhia do namorado para tudo na vida. Como diz a minha amiga Ana Clemente, é importante lembrá-los que somos mulheres e que temos uma vida. Eles têm que saber que, caso um dia nos decidam deixar, não vamos morrer de desgosto, porque temos amigos que vão estar aqui por e para nós, para o que der e vier.

Mas desenganem-se; se negligenciarem os vossos amigos e um dia finalmente precisarem deles, eles já cá não vão estar para vos apoiar quando vocês praticamente cagaram para eles e muito menos para vos dizerem aquilo que vocês vão querer ouvir.

Acreditem em mim.
Eu sou uma dessas pessoas.

Traumas de infância…ou assim pensava eu

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Vamos a mais um post “profundo”?

Eu sei, digo isto como se fossem frequentes, mas nem por isso.
O que também é raro acontecer é ter conversas sobre acontecimentos aleatórios, mas que, por alguma razão, me deixam a pensar em coisas sérias.
Por exemplo: hoje estive com dois amigos num café e a conversa foi parar aos eventos “traumáticos” da minha vida. Após a minha descrição dos mesmos, ambos chegaram à conclusão de que dificilmente seriam classificados de problemas ou “coisas más”. Em vez disso, chamaram-lhes “coisas normais da vida”, pois supostamente a vida é feita de altos e baixos.
Foi feito o seguinte gráfico- num guardanapo de papel- para representar a minha vida e aquilo que eu chamo de acontecimentos traumáticos:


Título: Gráfico explicativo do percurso de vida de Catarina Alves ‘de’ Sousa, e auxilar pedagógico para lhe leccionar o real sentido do conceito de Infância Difícil. Elaborado pelo Dr. João Moreira no dia 8/III/2011 @Café Já Lá Foste.

A partir disto comecei a pensar se fariam ou não sentido estes comentários, mas a verdade é que depende única e exclusivamente da opinião dos intervenientes.
Por um lado, sim, é bom as classificar como sendo “muito más” certas coisas que me aconteceram, por exemplo, no maléfico colégio de freiras em que andei, uma vez que poderá significar que a minha referência daquilo que é uma coisa verdadeiramente má não é assim tão mau. Okay, admito, há coisas bem piores e no geral até tenho tido bastante sorte na vida, mas nesta boa vida é claro que houve momentos menos bons, caso contrário seria anormal.

Um dia conto-vos as peripécias do colégio das freiras onde fui esbofeteada por uma- e simultaneamente- humilhada em frente a toda a gente do refeitório e as várias coisas que a minha ex-professora me fez para me humilhar em público (várias vezez). A verdade é que depois disso foi sempre a subir, ou seja, a minha vida melhorou muito depois de ter saído do colégio quando fui para o 5º ano numa escola pública.

To be continued…

O meu Avatar

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Já alguma vez sentiram que não estavam cá apesar de saberem que estavam? Ou seja, já se sentiram deslocados, fora do lugar, aluados, como se estivessem a viver em piloto

On top of the World

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Hoje em dia realmente não dá exactamente para pensar a longo prazo, pois não? Nunca sabemos onde vamos estar amanhã; os empregos não são para sempre- como antigamente- e, se forem como eu, andam a saltar de plataforma em plataforma como num jogo do Super Mario.

Pois bem, depois do estágio na Bertrand, tenho agora outro trabalho.

Mestre Catarina

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O meu maior defeito enquanto blogger ou escritora de qualquer tipo é, definitivamente, adiar escrever sobre as coisas enquanto as memórias estão frescas.Por exemplo, ontem estava cheia de coisas para