NatusPurus,  Work

Desabafos de uma (recente) workaholic

Tenho andado tão, mas tão ocupada que não tenho tempo para mais quase mais nada além da NatusPurus. E isso é bom, não pensem que me estou a queixar.

Bem, algumas horas passaram-se desde que comecei a tentar escrever aqui e tinha esta página aberta. Hoje brinquei com a ideia de em breve precisar de um estagiário para ser meu assistente pessoa. Eheheh. Isto anda realmente complicado e eu fico em pânico quando me deparo com o caos. Quer dizer, eu até lido bem com ele, mas na versão de caos organizado.

Vim para o Porto ontem para passar cá uma semaninha. Tenho uma vaga ideia de já ter falado nisso aqui, mas desde que fiquei oficialmente desempregada, que de vez em quando passo cá uma semana em casa da minha família. Sabem tão bem. 🙂 Mas ao mesmo tempo fico com saudades do namorado e dos gatinhos. Oh well, não se pode ter tudo e há que repartir o tempo entre os meus dois lares do coração.

O dia de hoje- manhã e tarde- foi dedicado a encontros com clientes e lojas aqui no Porto, portanto foi all business. Depois cheguei a casa à hora do lanche e pensei em descansar um bocado; ler as revistas femininas que comprei (a Glamour UK e a Company UK) e ficar no chillout. E não é que não consigo?? Não consigo desligar. Sabem o que é que isso quer dizer? Que ando super motivada! Adoro sentir-me assim: cheia de energia, inspiração e criatividade. E as encomendas e propostas que a NatusPurus tem tido só ajudam a este estado de espírito.

O problema é que, no meio do caos, não sabia para que lado me virar. O meu quarto estava uma mess desde que cheguei ontem e saí de casa cedo hoje. A mala ainda por desfazer, a cama idem aspas, os materiais dos sabonetes (os que tenho cá e os que trouxe de Lisboa) estavam por TODO o lado… Um horror. E eu confesso que me é impossível trabalhar sem ter as coisas arrumadas e divinamente organizadas.
O meu namorado acusa-me de ter um Distúrbio Obsessivo-Compulsivo- e é capaz de estar correto-, mas não nisto. É perfeitamente normal precisar de arrumação para se poder seguir em frente com as tarefas.

E então desfiz a mala, arrumei toda a roupa e os materiais todos. Tudo em caixas, caixinhas, caixotes, enfim, o que veio à mão. E ala com eles para cima de um armário. Done.

Paz de espírito.

Next step? Roupa confortável para estar em casa. Eu sou a pessoa mais grunge do mundo no que toca a pijamas. Se vocês convivessem comigo durante as horas em que é normal usar pijama, iriam perceber que eu NUNCA uso um pijama integral (parte de cima e de baixo a condizer). Se é de propósito? Não, não é. Não sei como acontece, mas acontece. Ah, e também sou perita em transformar roupa normal em pijama. E por “normal” refiro-me, por exemplo, a um pseudo-mini-vestido preto que uma vez me saiu na revista Elle de um dos meses de verão de há anos atrás. Combino-o com um par de leggings pretas que eu uso só para efeitos de fake pijama e umas meias grossas até ao joelho. Um casaco quentinho e umas “Uggs” e siga.
A minha outra combinação é: tudo o que diz em cima, mas em vez do “vestido” preto, é uma camisa de flanela oversized da Primark.

E pronto, é isto. I’m fancy like that. (Not).

O outro passo foi arranjar/pintar as unhas. Um tormento para mim, não tenho jeito nenhum, mas também já não as suportava ver como estavam (deploráveis). Ficaram decentes. Me gusta.

Ahem…

Coisas que me fazem conseguir relaxar e começar a trabalhar sem sentir o caos a sufocar-me:

  1. Espaços arrumados e organizados
  2. Lounge wear – de preferência se for uma camisa de flanela oversized.
  3. Unhas (finalmente) tratadas e com bom aspeto
  4. Música

É isto. Estou-me a sentir esquisita. Não sei se tome (mais) café ou não.

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