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6 lugares em Lisboa para sessões fotográficas na Natureza

À primeira vista pode parecer uma tarefa difícil planear sessões fotográficas deste género numa grande cidade – como Lisboa – quando o objectivo é ter a natureza como pano de fundo. Porém, praticamente todas as cidades possuem espaços verdes que podem perfeitamente ser utilizados com essa finalidade. O truque é conhecê-los. Ficam então algumas sugestões de espaços verdes e parques na capital e alguns exemplos de retratos meus e de outros fotógrafos nos espaços desta lista. Deixem-se inspirar para fotografar ou para serem fotografados, quem sabe… 😉

Alguns dos espaços verdes desta lista devem constar na lista mental que qualquer habitante de Lisboa faz quando pensa em espaços com muito verde e muitas árvores, mas aposto que se esquecem frequentemente de um ou dois espaços desta lista. Descubram-nos abaixo!

Jardim da Gulbenkian

O jardim da Gulbenkian situa-se precisamente na Fundação Calouste Gulbenkian. Desenhado por António Viana Barreto em 1957, possui uma flora diversificada onde se podem encontrar trilhos por entre árvores, um lago, riachos e um anfiteatro ao ar livre. Este é um dos espaços que acredito que toda a gente enumere mentalmente quando pensa em espaços verdes de Lisboa, mas… e porque não? É sempre uma excelente opção para fotografar! Adoro ver retratos tirados na Gulbenkian, como o de baixo, do Hugo Coelho, e estes da Lúcia Fernandes.

Onde: Avenida de Berna
Entrada: livre

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foto: Hugo Coelho Fotografia

Parque Botânico do Monteiro-Mor

O Parque Botânico do Monteiro-Mor tem ligação tanto ao Museu do Traje como ao Museu do Teatro. Este parque tem algumas áreas distintas que vão desde as clareiras, à zona da mata, passando por hortas, lagos, riachos com pontes de madeira e outros cenários absolutamente mágicos. De facto, a beleza deste parque botânico é tão grande que inspirou Almeida Garrett a escrever sobre ele no poema “No Lumiar” que faz parte da colectânea Folhas Caídas.

Ali no seu Lumiar, entre as sinceras
Belezas desse parque, entre essas flores,
A qual mais bela e de mais longe vinda
Esmaltar de mil cores
Bosque, jardim, e as relvas tão mimosas,
Tão suaves ao pé — muito há cansado
De pisar alcatifas ambiciosas,
De tropeçar no perigoso estrado
Das vaidades da Terra.

É um dos meus sítios favoritos de sempre em Lisboa e mesmo pertinho da minha casa! Espreitem estes posts que já publiquei sobre este parque botânico lindíssimo:

Onde: Paço do Lumiar
Entrada: 3€ (apenas o acesso ao parque)

foto: Catarina Alves de Sousa (Joan of July Photography)
modelo: Marta Chan

Quinta das Conchas e dos Liláses

A Quinta das Conchas e dos Liláses foi construída entre duas quintas quinhentistas (a das Conchas e a dos Liláses), remontando ao século XVI. É um dos grandes pulmões do Lumiar, com 26 hectares.

Maioritariamente frequentada por famílias e desportistas, é um local agradável e seguro para passeios, actividade ao ar livre e, claro, sessões fotográficas. Com várias zonas  e pontos de interesse diferentes dentro do mesmo espaço, torna-se uma excelente opção para sessões fotográficas ao ar livre.

Este espaço verde absolutamente lindo (e grátis) faz parte da minha vida desde que me mudei para o Lumiar, em 2008. Já morei em três apartamentos no Lumiar, sendo este o destino final (espero) e cada vez me aproximei mais da Quinta das Conchas. Agora moro mesmo em frente e tenho vista para as suas palmeiras a partir da minha varanda. E adoro. Para além de fazer lá umas belas caminhadas, adoro aproveitar os trilhos das árvores para andar de bicicleta.
Informação extra: todos os sábados há na Quinta das Conchas um mercado biológico das 9 às 14h. Vale mesmo a pena!

Onde: Lumiar (metro: Quinta das Conchas)
Entrada: livre

foto: Catarina Alves de Sousa (Joan of July Photography)
modelo: Ana Sofia

Jardim do Campo Grande

Um dos maiores jardins de Lisboa (11,1 hectares) e situado na freguesia de Alvalade, está ligado a vários acontecimentos históricos. Hoje em dia, é palco de corridas, ténis e outras práticas desportivas, bem como de passeios de barco no seu lago. Com as suas palmeiras e flores, é uma boa escolha para sessões fotográficas ao ar livre, especialmente se o objectivo for apanhar a golden hour, uma vez que não tem obstáculos muito altos a bloquear a luz do início do pôr do sol. É também o único desta lista que não possui portões nem hora de fecho (apenas os passeios de barco têm um horário).

Onde: Campo Grande
Entrada: livre

foto: Sofia Garrido
modelo: Catarina Alves de Sousa (Joan of July) –> podem ver as restantes fotos desta sessão aqui

Estufa Fria

É um dos locais mais visitados e turísticos da cidade, tendo a seu favor uma excelente localização – o Parque Eduardo VII – e metro muito perto. A Estufa Fria tem este nome, mas na verdade é constituída por três partes: a Estufa Fria propriamente dita, a Estufa Quente e a Estufa Doce. 

A Estufa Fria é a maior das áreas e é coberta com um ripado de madeira que controla de forma natural a temperatura e a luz no interior. Alberga espécies como a azálea (Rhododendron spp.) e cameleiras (Camellia japonica), provenientes de diversos pontos do globo. Um pouco por toda a estufa podem também encontrar-se pequenos lagos e cascatas e também belíssimas obras de estatuária.
Nunca fiz uma sessão fotográfica aqui, mas já fotografei a Estufa Fria e podem ver as fotos neste post. 🙂

Onde: Parque Eduardo VII
Entrada: 3,10€ (sem desconto)


foto: Sonia Mota (Style Check)

Tapada das Necessidades

Conhecida por ser uma área propícia a piqueniques, diz-se que já D. João V era adepto desta prática na Tapada das Necessidades. Mas para além da zona dos piqueniques, a Tapada possui também vários pontos de interesse visual, tais como edifícios belíssimos e abandonados e outros não abandonados como a actual sede do Ministério dos Negócios Estrangeiros.

Em termos de paisagens naturais, existe à disposição do público um grande leque de plantas e cenários naturais, com destaque para a zona dos cactos, que se assemelha a ambientes típicos de países tropicais, ou seja, um bálsamo para os sentidos e para a criatividade do fotógrafo.
Só conheci a Tapada das Necessidades no ano passado, mas rapidamente se tornou num dos meus sítios favoritos para fotografar! Vejam só estas fotos que tirei por lá:

Onde: Alcântara
Entrada: livre

foto: Catarina Alves de Sousa (Joan of July Photography)
modelo: Marta Chan

Estes são apenas alguns exemplos de espaços verdes em Lisboa que são fantásticos para sessões fotográficas com inspiração natural, mas existem muitos outros merecedores nem que seja de uma visita casual, como por exemplo o Jardim Botânico Tropical e o Parque José Gomes Ferreira (também conhecido como Mata de Alvalade).

 

Queres uma sessão fotográfica?

Gostarias de fazer uma sessão fotográfica comigo? Eu adorava! Estou cheia de ideias que gostaria de pôr em prática em sessões originais e muito bonitas. Quero captar mais momentos, mais beleza e um misto de realidade e fantasia. Espreita o meu site-portfolio aqui e manda-me as tuas ideias, pedidos de sessões fotográficas e questões sobre preços e outras que tenhas através do formulário abaixo! 😀


Onde gostariam de fotografar ou ser fotografados em Lisboa? Contem-me tudo! 🙂

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5 Comments

  • Reply
    LucieLu
    04/05/2017 at 2:19 PM

    Oh, obrigada pela partilha! Há um sítio desses que ainda não conheço, mas desde que vi os teus posts que quero ir. Parque Botânico do Monteiro-Mor. E depois há as sessões contigo que, de vez em quando, me assaltam a cabeça 😉 Até breve*

  • Reply
    Telita
    04/05/2017 at 2:45 PM

    Há ainda um local que adoro: Jardim Botânico da Ajuda!
    Telita recently posted…look | Steampunk GirlMy Profile

  • Reply
    Bela Dina
    04/05/2017 at 5:48 PM

    Cada lugar mais bonito que o outro.

  • Reply
    Catarina Gralha
    05/05/2017 at 12:53 AM

    Estava a meio do teu artigo e a pensar no Parque José Gomes Ferreira. Até que termino de ler e vejo que também deste uma palavrinha sobre este espaço 🙂 Bem sei que o teu foto aqui eram lugares para sessões fotográficas, mas sem dúvida que todos eles também são excelentes locais para um passeio ou um pique-nique. Conheces o Vale do Silêncio, nos Olivais?
    Catarina Gralha recently posted…Reflexões sobre Auschwitz e o turismo de excursãoMy Profile

  • Reply
    Cherry
    07/05/2017 at 10:14 AM

    Quando for a Lisboa ( estou a planear ir no verão), tenho que visitar esses lugares.
    Obrigada pelas sugestões :).
    Beijinhos,
    Cherry
    Cherry recently posted…5 razões pelas quais as memórias são melhores que os bens materiaisMy Profile

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