Uma semana sem a Zelda…

Posted on

Ponderei muito sobre se devia ou queria seque escrever este post, mas a resposta foi sempre sim e não. A verdade é que sempre falei do Loki e da Zelda que, com o meu namorado, foram o meu núcleo familiar em Lisboa. Partilho pequenos detalhes das nossas vidas em conjunto aqui no blog e no Instagram desde que elas começaram a interligar-se. Documentei a chegada da Zelda, a chegada do Loki, a nossa mudança de casa e imortalizei vários momentos de fofura em fotos que vou partilhando no Instagram. Ou seja, fingir que nada aconteceu não é algo que me sinta bem em fazer.

Para além disso, cheguei à conclusão de que se escrever muito pouco sobre perda e sobre luto, especialmente no caso dos nossos animais de estimação.

Faz hoje uma semana que a nossa princesa partiu.

No último fim de semana de Janeiro fomos passar o fim de semana à Serra da Estrela e, quando deixámos os gatos na sexta-feira antes de partirmos, eles aparentavam estar bem. Tínhamos acabado de mudar a ração dos gatos para uma de dieta, já que ambos estavam mais gordinhos do que era suposto. Nos últimos dois dias (desde quarta), a Zelda andava a comer menos, mas como ia comendo outras coisas que lhe dávamos para testar o apetite dela, concluímos que estaria a adaptar-se lentamente à comida de dieta, já que o Loki também não parecia estar a gostar muito dela.

Achámos normal, mas ligámos ao veterinário deles e lemos muito online para saber se seria uma reacção normal. Tudo apontava para que fosse.
Então, nessa sexta-feira ela ainda comeu uns snacks; os pais do Pedro vieram cá a casa no Sábado dar-lhes de comer, mas ela nesse dia já recusou comer de todo. No domingo, já nós tínhamos voltado do fim de semana, igual.

Preocupados, começámos a dar-lhe água por uma seringa (não sabíamos se ela estava a beber ou não) e foi aí que lhe vimos um bocado de sangue nos dentes do maxilar inferior. Se no sábado já tínhamos decidido levá-la ao veterinário na segunda, nessa noite de domingo ficou mais que decidido.

Será que o cancro tinha voltado?

Não escrevi nada sobre isso na altura porque não quis e porque achei que a recuperação estava no bom caminho, mas no final de Outubro descobri um caroço numa mama da Zelda, enquanto lhe fazia festinhas na barriga. Era uma coisa minúscula e podia bem ser um quisto, mas operou-se, retirou-se o caroço e era maligno tipo II.

Foram tempos horríveis para nós; eu chorava, ele pesquisava coisas na net, tudo a dar desfechos horríveis, esperança média de vida curtíssima, etc.

Mas o veterinário da Zelda, na Quinta do Lambert (perto da Quinta das Conchas), andou a pesquisar tratamentos que pudéssemos fazer em casa. Foi assim que começámos um tratamento diário de anti-inflamatório (Meloxoral) e de um comprimido de quimioterapia metronómica. Era suposto o tratamento durar seis meses.

Em Dezembro fomos fazer um raio-x torácico e novas análises ao sangue para ver se estava tudo ok e se não existiam metástases no tórax. Para nossa imensa alegria, estava “limpa”.

     

Voltando à semana passada

Voltando à semana passada, no dia 29 de Janeiro (segunda-feira) fomos então novamente com a Zelda ao nosso veterinário da Quinta do Lambert. Lá, ele fez-se análises ao sangue e um hemograma, mas referiu-nos o Hospital Veterinário Berna, onde poderiam investigar mais a fundo o que se passava com ela. Para começar, uma biopsia à massa que tinha no maxilar e que estava a sangrar e um TAC.

Como os resultados das biopsias demoram cerca de uma semana a chegar, não tivemos respostas nesse campo, mas o TAC revelou que ela tinha uma massa grande no cólon.

Ao longo da semana, o plano foi fazer biopsia da massa do cólon e descobrir se aquilo era um tumor, metástase do cancro da mama que ela teve no final do ano passado ou algo de origem infecciosa.

O problema foi que o hemograma da nossa menina revelou que tinha das defesas a zero; glóbulos brancos e vermelhos, tudo demasiado em baixo.
Levou várias transfusões de sangue, um tratamento de cinco dias à medula e alimentação forçada, já que não comia sozinha. Na terça-feira teve uma paragem cardio-respiratória, coma induzido e sei lá o que mais… Eu ouvia as palavras do veterinário ao telefone e nem as processava. Só queria saber se ela estava viva e se estava bem, dentro do possível. Nesse dia, sim, estava.

A carga emocional e os outros animais

Durante todos os dias da semana passada, de segunda a sábado, fomos sempre ver a Zelda, todos os dias depois do trabalho (menos sábado). No primeiro dia em que a vimos depois do internamento (terça-feira) vimos uma Zelda meia sedada, mas bem disposta e fofa, que nos reconheceu e nos deu turrinhas das mãos, mostrou a barriga e ronronou. Era a nossa Zelda, mas sedada.
O dia seguinte já foi melhor, ela estava mais desperta, continuou nas suas demonstrações de fofura e nós derretidos, ao mesmo tempo que morríamos de preocupação. Todos os dias nos diziam que ela estava na mesma e que não respondia ao tratamento. Não comia sozinha e parecia fraquinha, embora feliz quando nos via. Nessa quarta-feira levámos-lhe o brinquedo favorito dela; uma espécie de meia com algodão lá dentro que achámos que a ia fazer feliz por ter os cheiros cá de casa, de nós os dois e do Loki. Ela pareceu gostar, embora não tivesse energia para brincar com o brinquedo.

Quinta e Sexta-feira foram os piores dias. Vimos uma Zelda ainda mais fraca, com alguns problemas respiratórios e aí comecei mesmo a tentar mentalizar-me de que ela nunca voltaria a casa. Não comentei com o Pedro porque ele é sempre muito mais optimista do que eu e no meio da nossa dor, não queria aumentar a dele.

Todos os dias da semana passada foram uma dor excruciante do início ao fim do dia. No meu caso, para além da situação da Zelda, recebi coimas das finanças para pagar e ainda problemas com um cliente que não parecia querer pagar um trabalho que fiz e cujo dinheiro me daria imenso jeito, especialmente com as contas do vet que continuavam a aumentar.

Por falar em dinheiro, ambos concordámos que, enquanto houvesse esperança, diríamos sim a tudo, qualquer que fosse o custo. Pensaríamos nisso mais tarde. Da nossa parte, o Hospital teve luz verde para tentar tudo.

Durante toda a semana senti dores físicas de tanta preocupação e tristeza que sentia pela minha Zelda; não conseguia comer direito, nunca sentia qualquer apetite, não dormia bem desde a semana anterior em que ela deixou de comer tão bem (terá sido intuição?) e estava uma pilha de nervos. A chorar todos os dias, por ela e pelos outros animais.

Todos os dias, quando a íamos visitar, era impossível não olharmos para os animais que estavam internados ao lado e à volta dela, nas outras boxes. Alguns estavam bem e apenas a recuperar de esterilizações, outros… nem por isso. Após um tempo parece que começamos a perceber quais são os animais que vão recuperar e os que não vão. Eu então, não aguento e pergunto mesmo aos enfermeiros. Apetece-me pegar em todos ao colo e dar-lhes mimos porque – infelizmente – não há mais nada que possa fazer.

Houve um caso que me tocou particularmente e me fez chorar como um bebé assim que cheguei a casa (aguentei-me muito bem enquanto lá estive). Uma senhora foi lá visitar a sua gatinha já em fim de vida e pediu-nos que lhe tirássemos fotos com a gatinha. Vimos-lhe as lágrimas, sentimos a tristeza na voz dela e vimo-la a tratar dos papéis para a cremação.

Mesmo que a Zelda tivesse um quadro animador, a tristeza que estas situações nos davam iriam na mesma pesar. Mas infelizmente, também a Zelda parecia estar cada vez pior.

Tomar ou não “a” decisão?

No sábado, depois do workshop do Bloggers Camp, fomos de novo ver a Zelda. Pela primeira vez vimo-la a sofrer com dores; chorámos para caraças, tanto que já me custava abrir os olhos. Já nem disfarçava.

Sempre dissemos que não iríamos permitir que ela sofresse e que preferíamos tomar a decisão de a pôr a dormir. No entanto, não conseguimos fazê-lo sem que o vet nos dissesse que era o melhor a fazer. Não iríamos tomar essa decisão enquanto ainda estavam a fazer o que podiam para a salvar, só pelo motivo egoísta de nós não aguentarmos vê-la assim. Se nos diziam que ela estava bem e confortável, nós aguentaríamos mais tempo; o nosso sofrimento não importava; somos crescidos e temos mesmo é que aguentar.

Essa noite foi a pior de todas. Esta foi a pior visita de todas, até porque ela continuava a dar turrinhas, a ronronar e a “amassar o pão” dentro da box sempre que lhe fazíamos festinhas. Como é que a poderíamos pôr a dormir quando ela ainda reagia desta forma? Ela não estava propriamente catatónica, ela estava desperta, amorosa na mesma e até a vimos beber sozinha. Mas os sons de dor que ela fez nessa tarde convenceram-me que a altura de decidir estava muito próxima.

Tentando resumir, nessa madrugada, ligaram-nos do Hospital às quatro da manhã. Ninguém nos ligaria às quatro da manhã se não fosse para dar uma notícia terrível.

E era.

Fomos a “correr” para o Hospital, a chuva a cair de forma triste, quase fúnebre, parecia um filme, dos mais tristes que possam imaginar. Mas infelizmente não era.

Infelizmente a história não termina bem. A nossa Zelda partiu nessa madrugada do dia 4 de Fevereiro. Ainda não tinha oito anos e isso num gato é muito pouco.
Não estranhem se este post for meio “superficial” na forma como contei a história; quis apenas explicar-vos o que aconteceu. Isto tem sido uma jornada. Esta semana e a anterior pareceram passar em câmara lenta e sinto que já muita coisa aconteceu. Estou a lidar com isto da melhor forma que consigo. Achei que nem ia querer escrever no blog durante muito tempo, mas enganei-me; escrever faz-me sentir melhor. É uma terapia. Já percebi e assumi que guardar as coisas para mim só me faz pior.

Por outro lado, quis explicar o que aconteceu à minha meninas, também porque sei que muitos de vocês se preocupam.

Obrigada a quem sabia e me mandou mensagens de apoio. A Zelda foi e é muito amada e sempre será. Ela era família e nunca, mas nunca será esquecida. Nunca haverá um dia em que não sintamos a sua falta. Obrigada também a todos os médicos e enfermeiros do Hospital Veterinário Berna que nos ligaram pelo menos duas vezes por dia todos os dias a dar updates do estado de saúde da Zelda e que tentaram tudo ao seu alcance para a salvar.
E agora vou parar de escrever antes que abra a torneira do choro outra vez.

  • Share

29 Comments

  1. Kéké says:

    Força meu bem. Passei por isso com a minha Dory, sei bem a dor ?

    1. Catarina Alves de Sousa says:

      Eu lembro-me da história da Dory e lembrei-me dela e de ti também. É tão triste, eles não merecem. 🙁
      Obrigada, Raquel. *

  2. Joana Sousa says:

    Oh Cat…um grande abraço. Só quem já passou por isto sabe o que dói perder alguém da nossa família de quatro patas, e dói tanto…lamento imenso. Que te sirva de consolo ela ter tido uma família que lhe deu todo o amor e fez tudo o que podia por ela <3 um beijo!

    1. Catarina Alves de Sousa says:

      Obrigada, querida Jiji. Serve um bocadinho, sabes? Demos-lhe tanto amor e todos os cuidados de saúde possíveis… Mas não dá para lutar contra a genética, não houve mesmo mais nada a fazer. 🙁
      Beijinho*

  3. Nádia says:

    Deve ter sido uma experiência terrível, lamento muito.
    Muita força para todos vocês!

    1. Catarina Alves de Sousa says:

      Inexplicável mesmo. Obrigada, Nádia. Beijinhos*

  4. Catia says:

    Não consegui evitar chorar enquanto li o que escreveste. Eu tenho uma gatinha que amo muito, apesar de estar com elas apenas uma ou duas vezes por semanas mas sei que lá em casa é muito amada também. Sempre que ela fica mais doentinha, ficamos todos preocupados porque, ao contrário de muitas pessoas que acham que os animais são só animais, nós sentimos a dor daquela bichinha. Não consigo, nem quero imaginar a dor que será quando ela partir. Só sei que eu vou sofrer muito mas, a minha mãe, que está com ela todos os dias, é quem irá sofrer mais.
    Quando adoptamos um animal, estamos a aumentar a nossa família e tem todo o direito a ser amado tal e qual como amamos as pessoas.
    Tenho a certeza que a Zelda viveu uma vida cheia de amor e acabou por adormecer em paz, apesar de ter dores. Claro que não será esquecida mas pensa que ela também vos amou muito e vos agradece tudo o que fizeram por ela. Muita força.

    1. Catarina Alves de Sousa says:

      Oh Cátia, não quero que chores também. 🙁 Espero que a tua gatinha morra só quando for muito velhinha.
      A Zelda teve os nossos mimos até ao fim; não houve um dia em que não a fossemos visitar naquela semana em que ela esteve internada…
      É difícil, mas obrigada querida. :*

  5. RITA says:

    Achei que a história está contada de forma tocante. Não tenho animais eu própria mas cada vez mais entendo a dor que deve ser quando um deles parte – é como se nos separássemos de um amigo e nem quero pensar a minha vida sem os meus amigos! Muita força e muitos miminhos ?

    1. Catarina Alves de Sousa says:

      Obrigada, Rita. Nem é só um amigo, acaba por ser como um filho também, especialmente porque são os únicos que tive até agora. São criaturas indefesas que adoptamos (ou que nos adoptam a nós) e por quem ficamos automaticamente responsáveis, por isso há sempre aquele sentimento horrível de pensarmos que, apesar de tudo, nunca parece que fizemos o suficiente, ainda que saibamos que fizemos tudo…
      Obrigada pelas tuas palavras, querida Rita.*

  6. Helena Magalhães says:

    Minha querida Cat, li todo este post em lágrimas. E posso dizer-te que à medida que ia lendo, as lágrimas começaram a cair em catadupa. Sei o que é a dor de perder um dos nossos pequeninos. Consegui sentir na tua escrita tudo o que viveste e que (rezo para isso) eu tenha a sorte de só viver daqui a muitos anos. Os animais enriquecem a nossa vida, tornam-nos pessoas melhores, mais felizes, mais humanas, mais tudo. A Zelda agora é uma estrela lá em cima. Depois de toda esta dor amenizar, fica a lembrança e ficam as histórias e os momentos que se viveram com ela. Se há um único conselho que te posso dar será adoptares rapidamente outro para fazer companhia ao Loki e para ele não se ir abaixo com a ausência dela e com a solidão do dia a dia.
    Muita força e um abraço do tamanho do mundo <3

    1. Catarina Alves de Sousa says:

      Soube logo que ias entender porque claramente amas os teus como nós os nossos.
      E se por um lado não estou preparada para outro gato, por outro sei que tenho que adoptar outro por causa do Loki. Ele nunca esteve sozinho, odeia estar sozinho, anda mais carente e é amoroso para outros gatos. Vamos tentar não deixar passar muito tempo. 🙁
      Obrigada, querida Lena. *

  7. Vânia Duarte says:

    Querida Cat, acho que fizeste muito bem em escrever este post. Quando o meu Pablo morreu há dois anos foi na escrita que encontrei forma de conseguir deitar cá para fora tudo o que não conseguia dizer em palavras. Por isso acho que nestes momentos de dor é bom escrever. A tua Zelda é linda e já te disse que agora está feliz no céu dos gatos junto ao Pablo, com comida infinita 🙂 Ela foi muito muito amada e apesar da dor é a isso que tens de te agarrar aos 8 bons anos que tiveste ao lado dela 🙂 um grande beijinho e força

    1. Catarina Alves de Sousa says:

      Quero acreditar nesse céu onde os nossos fofinhos são amigos e continuam a ser felizes. Adorava que ela soubesse as saudades que temos dela e que a vida sem ela não é igual…
      Obrigada, Vânia… Eu sei que sabes como é. :(*

  8. m-M says:

    Minha querida, os meus sentimentos…

    Passei pelo mesmo, com o Botinhas, há quase 3 anos. Ler-te é de uma dor atroz, como a que sei que sentes.

    Força e muito Amor, para todos aí em casa,

    1. Catarina Alves de Sousa says:

      Obrigada, querida Isabel. Eu bem vi (li) como sofreste com a perda do Botinhas… isto é simplesmente terrível. 🙁
      Obrigada e um beijinho para vocês também.:*

  9. Raquel Silva says:

    Eu abri a torneira do choro só de ler!!! Por isso o texto não foi nada superficial. Nem quero pensar se algo de mal acontecer aos meus animais…mas tenho consciência que um dia vai chegar a altura. Difícil!! Muita força para estes dias. Beijinhos*

    1. Catarina Alves de Sousa says:

      Ohhh, não queria pôr ninguém a chorar. 🙁
      Pois, entendo-te… no fundo sabemos que um dia vai acontecer, mas não estamos preparados para que seja tão cedo, nem seria normal… :((
      Obrigada pela força, querida Raquel. <3

  10. Nicholas Reis says:

    Fará um ano agora em março que a minha cachorrinha se foi e sei bem a dor e a falta que faz. Minhas mais sinceras condolências e desejos de força.

    1. Catarina Alves de Sousa says:

      Ohhh, lamento imenso Nicholas. É, de facto, uma dor gigante. 🙁
      Obrigada pelas palavras de apoio. 🙂

  11. Joana says:

    Força, meu amor. Nem imagino a dor que estás a sentir, mas nós estamos aqui para ti. O Nicks envia muitos muitos miaus para vocês. ❤ ❤ ❤

    1. Catarina Alves de Sousa says:

      Obrigada, minha querida Joaninha. ❤ Um beijinho muito grande para vocês e uma festinha para o Nicks. O Loki manda um dos miaus mais fofinhos dele de volta. 🙂

  12. Sandra says:

    Oh Catarina, que tristeza tão grande. Fiquei num pranto porque sei bem o que isso é. O meu gatinho partiu faz em abril 2 anos, com apenas 6 anos depois de uma queda da janela pela qual me sentirei culpada para sempre. Chorei a noite inteira e no dia seguinte, fiquei com os olhos tão inchados que pareciam duas batatas, de tanto chorar. O que mais me custou foi arrumar as coisinhas dele, tenho tantas saudades! É uma dor que só o tempo atenua mas que nunca se apaga! Muita força para este momento tão difícil ?

  13. Sofia Silva says:

    Muita força minha querida! Os animais são sem dúvida os nossos melhores amigos e acredito que seja muito difícil quando eles partem e levem com eles um bocadinho de nós. Muita força! Grande beijinho

  14. Como fazer o luto e começar a recuperação emocional após a perda de um animal – Joan of July says:

    […] a escrever este post e demorei também muito a perceber se o queria escrever ou não, mas depois deste em que vos expliquei o que aconteceu com a Zelda, achei que este seria útil a quem está a passar pelo mesmo, porque cheguei à conclusão de que […]

  15. Uma semana com a Skadi says:

    […] que não havia problema nenhum e que não podíamos ficar com medo de ter uma fêmea por causa do que aconteceu à Zelda. Touché. Confesso que fiquei traumatizada por ter descoberto que a Zelda tinha cancro na mama em […]

  16. Helena dos Santos Pereira says:

    Sei que já foi há algum tempo, mas lamento muito e dou-te muita força para lidares com isto.
    No espaço de um ano perdi 3 gatos, todos por causa do meu cão e sei como custa, especialmente quando vão assim com ainda tantos anos pela frente.
    Força, querida. ❤

    Lena’s Petals xx

  17. 1 mês de Skadi e a integração com o Loki says:

    […] estamos nós, no presente em termos de cronologia de introdução de felinos em casa. Já vos falei da história da Zelda, como a perdemos, como sofremos com a sua perda e, depois, falei-vos da Skadi. O que ainda não vos […]

  18. O poder de construirmos a nossa vida como bem quisermos e o meu 'annus horribilis' says:

    […] brutal para mim (brutal não no sentido de “fixe”, se é que me entendem); foi a doença e morte (ainda nem acredito) da Zelda, um problema com uma empresa com a qual trabalhava como freelancer para além do meu trabalho […]

Leave a comment

Your email address will not be published.

CommentLuv badge