3 Comments

  • Joana Sousa

    Faz imenso, imenso sentido. Sinto muito isso com o teatro – cheguei a considerar a hipótese de tentar segui-lo de um modo profissional, mas num misto de não querer uma vida instável e de uma vontade de não me “obrigar” a fazê-lo, não segui essa via. E ainda bem que não o fiz!

    Já com a fotografia, por exemplo, como a vejo como um possível meio de subsistência/complemento no futuro, já não consigo fazer essa separação. Tenho medo que, se um dia puser essa pressão em mim mesma, arruíne o lado criativo, mas por outro lado queria muito fazê-lo como uma forma de desafio pessoal.

    Sei lá. Não é fácil responder. Humanos são complexos :p mas acho essencial termos um escape que não é “trabalho”!

    Jiji

  • Beatriz Ribeiro

    Sim, faz muito sentido. Eu tenho receio que transformar um Hobbie num trabalho me tire o prazer e motivação que ele me dá. Porque depois vai ter que ser trabalho e isso implica sempre algumas coisas mais aborrecidas como compromissos, cumprimento de prazos, gerir conflitos e reclamações etc e deixa de ser algo livre. Boa reflexão 🙂

  • Andreia Esteves

    Penso que já no’ Steal Like an Artist’, ele refere que os nossos hobbies podem ser simplesmente hobbies e não têm de ser necessariamente mais uma fonte de rendimento. Acho que faz imenso sentido! No meu caso, o ballet é uma das actividades que me dá mais prazer, mas não tenciono segui-la de forma profissional. Funciona como uma terapia e um escape à azáfama do dia-a-dia 🙂

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